Hélder Bandarra - Sem Título

Sem Título

Hélder Bandarra

Acrílico sobre tela Ι 100x70 cm Ι 2026 Ι M
1.600 €

HÉLDER BANDARRA

Hélder Bandarra nasceu em Aveiro em 1940. Em 1959, iniciou a sua actividade artística fazendo ilustrações para o Jornal Litoral de Aveiro. Em Goa, onde cumpriu o serviço militar no ano de 1960, pintou os seus primeiros óleos. Em 1961 fez a sua 1º Exposição dos Artistas Aveirenses e em 1963, expõe no Teatro Aveirense. Frequentou aulas na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa, sendo discípulo do pintor Gil Teixeira Lopes.
Conquistou por 2 anos seguidos, em 1965 e 1966, o segundo Prémio de Pintura no Salão de Aveiro. Foi também premiado, como cenógrafo na Peça de teatro «O Tinteiro», dirigida por Manuel Lereno.  Foi membro fundador do movimento vanguardista Aveiro Arte. Em 1966, arrebatou o 1º Prémio Internacional de Cartazes de Turismo, atribuído em Tóquio pela Organização Mundial de Turismo. Para além da pintura tem uma vasta obra desenvolvida no desenho, escultura, colagem, medalhística, no design de imagens para empresas, cartazes, capas de livros, revistas, litografia artística, entre outras áreas. Realizou várias exposições individuais e participou em várias colectivas. Tem trabalhos seus em muitas instituições e coleções particulares em Portugal e no estrangeiro. É também cartoonista premiado, autor de vários bustos em bronze e, ainda, autor da estátua da Princesa Santa Joana, em bronze, colocada na praça com o mesmo nome, junto ao Museu de Aveiro e da estátua evocativa da Rainha D. Teresa, na cidade de Albergaria-a-Velha. Em 2004 foi vencedor do prémio Artista Plástico promovido pela Rádio Aveiro FM. Em 2005, frequentou o atelier de croquis e também de retrato de Académie de lá Grande Chaumiére em Paris. Está representado nos Museus de Aveiro, Ílhavo e Ovar. O seu nome figura nos livros «Portuguese 20th Century Artist» e «Artes Plásticas, Portugal, o Artista, seu Mercado». (fonte: autor)

 

"São trabalhos algo figurativos, com uma base cubista apesar de não ser um cubismo puro, e ainda bem, porque o Hélder Bandarra tem a sua técnica especial, uma forma de fazer os seus desenhos e a partir daí as suas pinturas. Eu olho para um quadro do Hélder Bandarra e vejo lá uma narrativa. O artista não dá títulos aos quadros, mas eu no seu atelier olhava para um quadro e dava-lhe de imediato um título, o que quer dizer que a sua obra permite ao observador tirar uma conclusão ou ver ali qualquer coisa, uma narrativa". Afonso Pinhão Ferreira


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