MÁRIO CESARINY


Este é o meu testamento de poeta

Serigrafia  Ι 66x49 cm
225 €
 

Cadavre Exquis

Serigrafia  Ι 45x38 cm
175 €
 

MÁRIO CESARINY


Poeta, surrealista e tudo – eis um possível retrato para  Mário Cesariny, o artista português que de forma mais plena assumiu o surrealismo: não como método ou escola, mas como forma de insurreição permanente, na arte e na vida. (1978, CAMJAP). Natural de Lisboa, foi na Escola António Arroio que conheceu alguns dos seus futuros companheiros surrealistas. Já nos anos 40 têm lugar as primeiras intervenções do grupo de surrealistas portugueses, reunidos nos cafés da capital, inspiradas no absurdo e no insólito. Mas apenas em 1947 se dá um contacto mais formal com o movimento surrealista internacional, então já numa segunda fase. Cesariny conhece André Breton, o autor do manifesto surrealista, em Paris. Nesse mesmo ano forma-se o Grupo Surrealista Português, que incluia também, entre outros, Alexandre O’Neill e António Pedro. Dissidente deste primeiro grupo, Cesariny forma um outro, Os Surrealistas, a que se associam António Maria Lisboa, Pedro Oom, Carlos Calvet e Mário-Henrique Leiria. As primeiras exposições surrealistas datam de 1949 e 1950, e nelas Cesariny expõe algumas das suas obras.


voltar